Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você! Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você! Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você! Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você!

Unsplash/Samuel Martins

Uma das objeções mais antigas ao Cristianismo é também uma das mais poderosas emocionalmente: se Deus é bom, por que Ele permite o sofrimento?

É uma pergunta justa. Quando uma criança morre, quando um casamento desmorona, quando o cancro ataca, quando a guerra destrói famílias ou quando a solidão esmaga os idosos, respostas rápidas podem parecer cruéis. O sofrimento não é abstrato para aqueles que o suportam. Muitas vezes traz dor, medo, tristeza, confusão e às vezes silêncio.

Mas talvez haja outra questão que vale a pena fazer: se Deus é bom, se a alma é real e se a vida após a morte é eterna, então talvez o mistério mais profundo não seja por que Deus permite o sofrimento. Talvez o mistério mais profundo seja: por que Deus não permite mais sofrimento?

Isso pode parecer chocante. Pode até parecer cruel. Mas não é esse o significado. Não é um argumento a favor da crueldade, negligência, doença, abuso ou indiferença. O mal ainda é mau. A dor ainda é dor. A morte ainda é o último inimigo a ser vencido.

Mas se o Cristianismo for verdadeiro, esta vida presente não é toda a história. A Terra não é o Céu. O conforto não é o bem maior. A facilidade física não é a medida final do amor divino. E uma vida sem dor, se terminar em vazio espiritual, pode ser uma tragédia maior do que uma vida dolorosa que desperta a pessoa para Deus.

A maioria das pessoas pergunta por que Deus permite o sofrimento que deixa as pessoas de joelhos. Mas por que um Deus amoroso permitiria tanto conforto que roubaria de uma pessoa o desespero, a busca pela verdade e a dependência Dele? O sofrimento dá às pessoas a oportunidade de se ajoelharem, em vez de serem sufocadas por tanto conforto que nunca mais se ajoelham. Basta procurar algumas celebridades e estrelas do esporte de alto nível.

Algumas pessoas parecem deslizar pela vida com pouca dor visível. Eles têm saúde, dinheiro, popularidade, prazer e oportunidades. Raramente enfrentam uma crise suficientemente grande para os obrigar a fazer perguntas definitivas. Eles não clamam a Deus porque não sentem necessidade de fazê-lo. Suas vidas são plenas o suficiente para distraí-los, mas não profundas o suficiente para salvá-los.

Do ponto de vista terreno, essas pessoas podem parecer abençoadas. Mas de um ponto de vista eterno, não é?

Jesus alertou contra confundir prosperidade terrena com segurança espiritual: “Pois que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16:26, KJV).

Se o conforto de uma pessoa se torna exatamente aquilo que a impede de buscar a Deus, então o conforto é muito mais perigoso para o espírito eterno de uma pessoa do que o sofrimento físico temporário. A dor pelo menos nos diz que algo está errado. A prosperidade muitas vezes sussurra que está tudo bem.

As Escrituras alertam sobre isso repetidamente. Moisés disse a Israel que a abundância poderia se tornar espiritualmente perigosa: “Quando tiveres comido e estiveres satisfeito, então abençoarás o Senhor teu Deus pela boa terra que ele te deu. Guarda-te, não te esqueças do Senhor teu Deus” (Deuteronômio 8:10-11, KJV).

Esse aviso é tão moderno como sempre. O sucesso pode fazer as pessoas se esquecerem de Deus. Uma boa saúde pode fazer com que se sintam imortais. A riqueza pode fazer com que se sintam autossuficientes. O entretenimento pode mantê-los entorpecidos. O conforto pode se tornar uma anestesia espiritual.

Atletas mega-ricos, celebridades, membros da família real e bilionários estão frequentemente rodeados de riqueza, elogios, empregados, segurança, jactos privados, manipuladores e aplausos.

Algumas pessoas ricas e famosas são humildes, generosas e responsáveis. A riqueza em si não é pecado. A fama em si não é pecado. Mas já vimos escândalos, acessos de raiva, imprudência, direitos e colapso moral suficientes para reconhecer um padrão: quando as pessoas estão isoladas das dificuldades comuns, da correção, das consequências e da dependência, a alma pode ficar distorcida.

Mesmo as pessoas comuns, quando recebem uma colher de prata, podem tornar-se ingratas. Pense no povo hebreu, emancipado da escravidão, caminhando pelo deserto com roupas que nunca se gastavam e sendo alimentado com comida milagrosa do Céu. Em vez de gratidão, reclamaram do maná e exigiram carne. Eles receberam o que desejavam e isso se tornou julgamento.

Direito é o que acontece quando o conforto é confundido com superioridade merecida. Uma pessoa que raramente ouve “não” pode começar a acreditar que está acima das regras comuns. Uma pessoa constantemente admirada pode confundir fama com virtude. Uma pessoa que pode comprar quase tudo pode esquecer que as coisas mais importantes não podem ser compradas.

É por isso que o sofrimento, as limitações e as lutas comuns podem às vezes tornar-se formas de misericórdia. Eles nos lembram que não somos deuses. Eles nos ensinam que outras pessoas são importantes. Eles revelam dependência. Eles interrompem a fantasia de que a vida existe apenas para satisfazer os nossos apetites.

O perigo não é apenas a pobreza, a doença ou a dor. O perigo também pode ser o isolamento excessivo da dor. Uma vida sem atritos pode produzir não paz, mas arrogância. Uma vida sem necessidades pode produzir não gratidão, mas direitos. Uma vida sem sofrimento pode produzir não santidade, mas complacência.

Provérbios diz: “Não me dês pobreza nem riqueza; alimenta-me com alimento que me seja conveniente; para que não me sacie, e te negue, e diga: Quem é o Senhor?” (Provérbios 30:8-9, KJV). Essa é uma oração surpreendente. Reconhece que a abundância pode fazer a pessoa esquecer a dependência de Deus.

Até mesmo Salomão, que inicialmente pediu apenas sabedoria, recebeu sabedoria e riquezas, mas recebeu tanto conforto e poder que acabou abandonando a sabedoria divina. Casou-se com mulheres estrangeiras e tolerou práticas religiosas que incluíam o sacrifício de crianças a falsos deuses. O homem mais sábio que já existiu ainda caiu quando havia pouca pressão e poucas consequências.

O sofrimento, por outro lado, muitas vezes quebra a ilusão. Isso nos lembra que somos frágeis. Ela expõe falsos deuses. Isso tira o orgulho. Ensina compaixão. Força questões que preferiríamos evitar: Quem sou eu? Por que estou aqui? O que importa? O que acontece após a morte? Existe um Deus? Eu preciso de perdão? Existe esperança além deste mundo?

CS Lewis descreveu a dor como o “megafone” de Deus para despertar um mundo surdo. Ele não estava dizendo que a dor é agradável. Ele estava dizendo que a dor chama nossa atenção quando o prazer, o sucesso e a autossuficiência nos tornam espiritualmente surdos.

Então, talvez Deus, em Sua misericórdia, permita sofrimento suficiente para nos acordar, mas não tanto que sejamos destruídos por ele.

Isto inverte a acusação habitual. As pessoas muitas vezes presumem que se Deus fosse amoroso, Ele simplesmente maximizaria o conforto humano. Mas e se um Deus amoroso estiver mais preocupado em salvar almas do que em preservar ilusões? E se o Seu objetivo não for ajudar-nos a desfrutar de um mundo temporário enquanto esquecemos o eterno?

Os pais entendem isso de uma forma menor. Um pai amoroso não dá ao filho tudo o que ele deseja. Um bom pai pode permitir disciplina, luta, trabalho, decepção e correção, não porque odeie o filho, mas porque vê um futuro que o filho ainda não consegue ver.

As Escrituras dizem: “Ora, nenhuma correção no momento parece ser motivo de alegria, mas sim de tristeza; contudo, depois produz um fruto pacífico de justiça” (Hebreus 12:11, KJV).

A visão cristã não é que o sofrimento não tenha sentido. É que o sofrimento é temporário e Deus pode usar até o que Ele odeia para realizar o que Ele ama. A cruz é o maior exemplo. Se julgada apenas na tarde de sexta-feira, a crucificação parecia uma derrota, uma injustiça e um abandono. Na manhã de domingo, tornou-se a porta para a redenção.

Paulo escreveu: “Porque a nossa leve tribulação, que dura apenas um momento, produz para nós um peso eterno e excedente de glória” (2 Coríntios 4:17, KJV). Isso não banaliza o sofrimento. Coloca o sofrimento na escala da eternidade.

Se a dor leva uma pessoa a clamar a Deus, a arrepender-se, a procurar a verdade, a tornar-se humilde, a amar os outros mais profundamente e a preparar-se para a eternidade, então essa dor pode revelar-se uma misericórdia severa.

Se o conforto faz com que uma pessoa ignore a Deus, adore a si mesma, evite a verdade, negligencie a alma e se desvie em direção à separação eterna, então esse conforto pode se tornar uma bela armadilha com um escorregador escorregadio que desce direto para o Inferno.

Então talvez a questão não seja apenas: “Por que um Deus amoroso permite o sofrimento?”

Talvez a questão também seja: “Por que um Deus amoroso permite que tantas pessoas permaneçam confortáveis ​​o suficiente para esquecê-Lo?”

Deus é bom. Deus é perfeito. Ele não desperdiçará sofrimento.

Se a eternidade for real, o conforto não é o bem maior. E se o espírito é mais importante que o corpo, então o maior perigo pode não ser a dor. O maior perigo pode ser nunca precisar de Deus o suficiente para buscá-Lo.

Jerry McGlothlin atua como CEO da Convidados Especiaisuma agência de publicidade conhecida por representar convidados que se dedicam a ajudar a preservar e promover a nossa República Constitucional e a manter uma ética judaico-cristã.

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