Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você! Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você! Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você! Bem-vindo ao Profeta do Senhor – Louvor, Palavra e Adoração para abençoar sua vida. Que a graça e a paz de Cristo estejam com você!

O cerne desta reflexão é que todos os que ministram a Palavra de Deus voltem a pregá-la com mais ênfase para alcançar mais pessoas para o Reino dos Céus e não distanciá-las de lá. Não precisamos alterar o conteúdo da mensagem evangélica, diluir suas verdades, maquiar seus mandamentos e suprimir suas posições. O problema é que alguns que se dizem pregadores se comportam como se falar do Evangelho fosse ofender e magoar os ouvintes – a Bíblia não ensina isso. Nenhuma autoridade espiritual está isenta de boa educação e respeito aos outros, como também qualquer repreensão não pode ser vazia de amor (Pv 13.24; Hb 12.6).

Nos dias de Jesus existiam mestres da Lei de Moisés, uns eram fariseus e outros saduceus (Mt 22.34). Naquele tempo esses dois grupos eram as principais denominações de crença religiosa no contexto do Judaísmo. É verdade que não comungavam das mesmas convicções teológicas baseadas no A.T. e na tradição; mesmo assim tinham seguidores; e de certo modo uniram-se contra a pessoa de Cristo. É provável que eles não entendessem porque as multidões corriam ávidas por ouvi-lo e desejosas para estarem perto daquele “galileu” e agora popular mestre itinerante ). Mesmo não tendo lugar adequado para doutrinar seus novos discípulos, Jesus superava a precariedade e o improviso dos ambientes disponíveis, superava também a curiosidade e as necessidades de sua plateia desgarrada e enfim os ensinava acerca do Reino de Deus.

Diferenças se estabeleceram entre a forma de comunicação de Jesus ensinar e a maneira dos outros doutores da lei instruir. As explanações de Jesus sobre as Escrituras eram caracterizadas por autêntica autoridade e sublimadas de sincero amor e estas marcaram a composição de seus divinos sermões. Outro ponto culminante é que a mensagem dirigida por Ele desafiava as pessoas a mudarem de vida, a renovarem suas esperanças. Podia ser um apelo ao exercício da fé, uma desnuda repreensão ao pecado ou até mesmo uma demonstração de misericórdia a um pecador lançado ao chão – a prédica invariavelmente envolvia as pessoas, identificava-se com elas (as parábolas são prova disso), tocava seus corações e transformava suas vidas – na verdade todo pregador de verdade crê nesse poder da Palavra (Hb 4.12). Mesmo que o Redentor falasse aberta ou figuradamente a verdade sem meios e rodeios, os discípulos não o deixaram de seguir e quem o ouvia com atenção nunca mais seria o mesmo (Jo 6.68).

Em nossos dias há “pregadores” que se portam como matadores espirituais com armas de pesado calibre e farta munição de grosserias e atropelos de aplicação. Essa tropa de choque antiética e esculachante que como pretenso esquadrão de Deus gosta de citar o profeta João Batista para justificar a brutalidade verbal de suas exposições do tipo “dispersa multidão”  não convence nenhum inimigo, não intimida nenhum demônio – e o pior; não ganha e discipula sequer uma alma. Isso é ignorância, é estupidez acentuada; é ausência de sabedoria e carência de espiritualidade. Uma pregação que afugenta as pessoas da igreja (porque igreja é lugar que recebe gente desconsertada) e que as afasta do centro de transformação que é Cristo; nunca deve ser considerada como expressão do Evangelho!

A salvação da alma humana é um dos objetivos principais do plano da redenção. O céu é pra cima, mas têm falador mal educado que enfia o rosto de seus ouvintes na terra solta de suas infundadas interpretações, encharca-as com bastante líquido de suas ilações teológicas e fica na torcida para que chafurdem numa verdadeira lama existencial. Essa desconstrução do Evangelho (porque me recuso a chamar isso de pregação), não provoca arrependimento – é perigoso alguém se suicidar. Na verdade, espírito de porco quem tem são esses “fuzileiros de púlpito” que vociferam uma santidade similar a dos anjos de Deus – numa angeologia antropomórfica, a auréola circular em torno da cabeça desses meros e iludidos mortais não é de glória e serenidade, mas sim de terror e medo – pois é o que eles espalham.

Se depender desses, não há como ninguém se aproximar do Deus Santo e misericordioso. Essa Swat com coletes de rancor e bombas de gás lacrimogêneo (pois fazem muita gente chorar de tristeza) tem tanta raiva dos que não andam conforme seus conselhos de pureza que chegam a respirar e a transpirar ódio nos púlpitos; eles conseguem liberar mais veneno em seus “sermões de extermínio” do que qualquer névoa de veneno tóxico.

São arautos de uma “verdade que mata ou fere gravemente” a vacilante ovelha desgarrada que no desespero da solidão espiritual e eclesiástica procura por uma porta de amor e pastoreio – ela busca por um aprisco. Os oradores das mensagens de destruição em massa estão sempre externando o seu farisaísmo separatista e realçando seu egoísmo de saduceus extremistas. Pregadores do Evangelho de Cristo essa turma nunca foi.

Meu pastor jamais deixou de proferir a verdade para a congregação local. O reverendo nunca foi omisso quanto à posição da igreja frente ao pecado inserido neste século depravado. A diferença é que em todas às vezes ele foi manso como o seu Mestre Jesus, estava fundamentado na bíblia, agia pelo verdadeiro amor cristão e se portava educadamente como um ministro do Evangelho. Um perfil pastoral dessa natureza nos corrige na Palavra e ainda nos faz glorificar a Deus no fim do sermão. Lembra das características da pregação e ensino de Jesus que me referi no início deste artigo? Pois é; àquela pregação nos alcança ainda hoje – e desafia verdadeiramente a uma nova vida – isso quando somos abençoados por um pregador como o que citei neste parágrafo.

Na óptica divina os homens (o termo aqui é generalizado) são mais importantes que listas de comportamento local (aquilo que não é doutrina bíblica e que alguns líderes estabelecem como regra de fé e prática e que acaba determinando em exclusão de gente crente pra valer – que não pecou contra Deus – mas que transgrediu o infundado e extra bíblico regimento interno). No propósito de salvação do Senhor as pessoas (alma) são mais importantes do que regras de ferro e fogo ou das proibições mais ardidas que pimenta mexicana.

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